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segunda-feira, setembro 17, 2012

Primeiro teste milionário


Dragões e Águias apresentam-se pela primeira vez sem Hulk e Witsel


Depois dos compromissos das Selecções, FC Porto e Benfica regressam à competição e, mais propriamente, à Liga dos Campeões, onde discutem os primeiros pontos da época na fase de grupos.
Os azuis e brancos estreiam-se este ano na maior competição de clubes da Europa numa visita a Zegreb para defrontar o Dínamo, enquanto as águias se deslocam à Escócia para medir forças com o Celtic de Glasgow.
Apesar de se tratarem de jogos da Champions, a maior curiosidade em ambas as partidas será certamente descobrir como as duas equipas vão entrar em campo depois das saídas de duas pedras fundamentais – Hulk no FC Porto e Witsel no Benfica.
Sem o Incrível, o FC Porto terá seguramente menos capacidade explosiva, menos potência e menos velocidade. Perdeu-se o jogador que resolvia quando o colectivo não funcionava e, por isso, Vítor Pereira terá que arranjar uma solução no plantel, uma vez que não é possível ir ao mercado. James parece ser o seu natural substituto e até já recebeu o aval do próprio Hulk que assegurou que o jovem colombiano o fará esquecer no seio dos adeptos.  
Assim, frente ao Dínamo de Zagreb, o FC Porto apresentará uma frente de ataque inédita composta por Varela na direita, James na esquerda e Jackson Martínez na frente.
Do lado do Benfica, a saída de Witsel para o Zenit parece ter criado mais problemas. Depois de Javi Garcia ter rumado ao Manchester City dois dias antes, Jorge Jesus viu partir um dos seus mais influentes jogadores. Witsel era o chamado box-to-box no Benfica, o pronto-socorro que defendia bem, atacava bem, ocupava os espaços, marcava golos e até substituía Maxi Pereira no lado direito da defesa quando o uruguaio estava impedido de dar o seu contributo.
Com a sua saída e com a escassez de médios centro no plantel, o treinador encarnado vê-se obrigado a moldar a equipa a outros princípios de jogo e, possivelmente, a outro sistema táctico. Carlos Martins, Aimar e Bruno César são as alternativas possíveis.
Antevê-se assim uma prova de fogo para FC Porto e Benfica que servirá para avaliar a capacidade de adaptação às circunstâncias de Vítor Pereira e Jorge Jesus. 



domingo, abril 29, 2012

Sonho Real termina

Real Madrid eliminado nos penaltis


O Real Madrid recebeu o Bayern de Munique no Santiago Bernabéu depois de, na semana anterior, ter perdido na Arena de Munique por 2-1.
A equipa da casa entrou melhor e, aos 6 minutos, adiantou-se no marcador através de uma grande penalidade convertida por Cristiano Ronaldo.
Em desvantagem na eliminatória, os alemães tentaram responder e dispuseram de duas grandes oportunidades, mas nem Robben, nem Gomez, nem Ribéry conseguiram fazer o golo do empate.
Ora, como se diz na gíria, "quem não marca, sofre" e, aos 14 minutos, o Real dilatou a vantagem. Depois de ganhar um ressalto, Özil isolou Ronaldo e o português facturou o seu décimo golo nesta edição da Champions.
Aos 27 minutos, o Bayern chegou ao empate, Pepe derrubou Mário Gomez dentro da grande área e, na conversão do castigo máximo, Robben igualou a eliminatória.
A partir daqui, o jogo disputou-se a um ritmo alucinante com várias oportunidades de golo para ambas as equipas mas, nem Casillas, nem Neuer permitiram a alteração no marcador.
Na segunda parte, como seria de esperar, o ritmo diminuiu e o jogo passou a fazer-se mais no meio campo, com muita disputa de bola, mas com os alemães a mostrarem uma ligeira superioridade.
Contudo, o resultado não sofreu mexidas no tempo regulamentar e a partida foi para prolongamento. Neste capítulo, apesar de terem acusado um maior desgaste devido ao jogo com o Barcelona no fim-de-semana, os merengues criaram mais perigo junto da baliza de Neuer, mas a grande decisão estava guardada para os penaltis.
Na chamada lotaria das grande penalidades, a sorte não sorriu ao Real Madrid e Ronaldo, Kaká e Sérgio Ramos falharam no "duelo" com Neuer. Casillas ainda parou os remates de Kroos e Lahm mas, no penalti decisivo, Schweinsteiger não perdoou e colocou os bávaros na final.
No final, a desilusão estava estampada no rosto dos jogadores blancos e, em especial, de José Mourinho que, depois de ter visto os penaltis de joelhos, abandonou imediatamente o relvado.
O treinador português vê, assim, a conquista da Liga dos Campeões ao serviço do Real Madrid ser adiada por mais um ano, enquanto o Bayern de Munique irá disputar a Final em casa frente ao Chelsea.

Surpresa inglesa em Camp Nou

Chelsea elimina Barcelona 


Depois da derrota por 1-0 em Stamford Bridge na primeira mão, os comandados de Guardiola estava obrigada a vencer o Chelsea em Camp Nou. 
Como é habitual, a equipa blaugrana entrou no jogo a dominar por completo e encostou os ingleses lá atrás, numa tentativa de chegar rapidamente ao golo, o que acabou por acontecer aos 37 minutos através de Busquets. 
Dois minutos  depois, Terry viu o vermelho directo por agressão a Alexis Sánchez e complicou a vida à sua equipa uma vez que, a dois minutos do intervalo, Iniesta ampliou a vantagem dos culés.
Apesar de jogar com menos um homem, o Chelsea ainda conseguiu reduzir para 2-1 já em tempo de compensação. Ramires abriu o livro e, com um chapéu fabuloso a Valdés, colocou os blues em vantagem na eliminatória.
Na segunda parte o Barça entrou a todo o gás e, aos 49 minutos, Messi desperdiçou uma grande penalidade ao acertar na barra.
A partir daí, o jogo tornou-se num autêntico "massacre" pois, em desvantagem e a jogar contra dez, o Barcelona veio com tudo para a frente, pressionou até à área adversária e a equipa de Di Matteo raramente conseguiu ultrapassar o meio campo. 
Num jogo de sacrifício, muito trabalho e espírito de entreajuda, o Chelsea "colocou o autocarro à frente da baliza" e limitou-se a defender o resultado com todos os jogadores à entrada da sua grande área.
Já em tempo de compensação, quando o Barcelona estava todo no meio campo inglês, Fernando Torres apanhou o adversário em contra pé, isolou-se, contornou Valdés e fez o empate, acabando com a eliminatória.
Com este resultado, Abramovich pode sonhar com a conquista da Liga dos Campeões esta época, pois a sua equipa estará na Final de Munique que se realizará no dia 19 de Maio.


terça-feira, abril 17, 2012

Mario Gomez dá vitória ao Bayern em cima da hora

Alemães em vantagem para a segunda mão no Bernabéu



O Real Madrid entrou no Allianz Arena decidido a assentar o seu estilo de jogo e, aos 6  minutos, Benzema esteve perto do golo, Özil com um grande passe desmarcou o francês, que rematou para uma grande defesa de Neuer.
Na resposta, o Bayern de Munique chegou ao golo através de Ribéry. Na sequência de um pontapé de canto, Sergio Ramos não conseguiu afastar a bola e, depois de um ressalto, o francês, no "coração" da área, rematou sem hipóteses para Casillas.
Em desvantagem, a equipa merengue procurou chegar ao empate, nomeadamente através de Cristiano Ronaldo que, na cobrança de dois livres directos, teve a oportunidade para visar a baliza alemã, mas não conseguiu criar perigo.
Aos 40 minutos, Mario Gomez poderia ter dilatado a vantagem dos alemães num remate forte descaído para o lado esquerdo do ataque, mas Casillas não o permitiu e teve uma grande intervenção.
Até ao intervalo, os merengues tiveram muitas dificuldades para chegar à frente com perigo. Khedira esteve bastante apagado, Mario Gomez baixou muito no terreno sempre que os bávaros não tinham a bola, criando superioridade numérica no meio-campo, e Ribéry criou sempre muitas dores de cabeça à defensiva blanca, sempre que pegou na bola. Só através de iniciativas de Di Maria e de Ronaldo é que a bola chegou perto da baliza de Neuer.
Na segunda parte, o Real Madrid entrou melhor e chegou ao empate, aos 53 minutos, por intermédio de Özil. Cristiano Ronaldo surgiu na cara de Neuer mas não conseguiu bater o guarda-redes bávaro, na sequência da jogada a bola voltou ao português que, do lado esquerdo, ofereceu o golo ao alemão. 
Com o golo do empate, o Bayern tentou ir para a frente e encostou o a equipa de Mourinho atrás do seu meio campo. Robben do lado direito e Ribéry do lado esquerdo criaram muitos problemas à defensiva madridista e, já em cima da hora, a pressão alemã surtiu efeitos com o segundo golo. Lahm teve uma grande jogada pela direita, passou por Coentrão e cruzou para o interior da pequena área, onde Mario Gomez surgiu a encostar para fazer o 2-1 final.
Com este resultado, o Real Madrid está obrigado a ganhar no jogo da 2ª mão, que se disputará na próxima Quarta-feira no Santiago Bernabéu, se quiser voltar a Munique para jogar a final da Liga dos Campeões a 19 de Maio.